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Existem muitas histórias... - Partilha'te


Será que se todas as lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros se tornassem roxos de repente, no dia seguinte teríamos direitos iguais? Será a diferença que nos torna especiais?

Histórias reais, simples ou complexas, tristes ou alegres, grandes ou pequenas, de rejeição ou aceitação, de amor ou de ódio, individuais ou de grupo, mas histórias que partilhem fragmentos de vida. Muitas pessoas têm dificuldade em lidar com este tema porque não o conhecem, porque não falam sobre ele. Se a homossexualidade deixar de ser um tema tabu, e todas as pessoas perceberem que os homossexuais são pessoas exactamente iguais às outras, o assunto vai passar a ser banal e perde importância. O projecto PARTILHA'TE é uma iniciativa de um grupo de amigos que se juntou para desmistificar preconceitos, informar pessoas e educar para a diversidade.

Ao longo dos anos, muitos homossexuais, bissexuais e transgéneros sofreram em silêncio porque não podiam partilhar com ninguém a sua diferença, o seu problema. Muitas histórias tiveram finais trágicos. Para que estes sejam cada vez menos, é preciso contar histórias.O armário é um sítio muito escuro para se viver!

O resultado deste projecto é publicar um livro, em português, com 200 histórias de partilha de gays,lésbicas, bissexuais, transgéneros, amigos, familiares e colegas que contribua para que estas pessoas deixem de ser vistas como pessoas diferentes.

http://www.partilhate.com/

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Águas Mil no IndieLisboa’09



1. Sinopse
Pedro (interpretado por Gonçalo Waddington) é um jovem encenador cheio de dúvidas sobre a peça de teatro político que tem nas mãos e a atravessar uma crise pessoal. Para além do questionamento do radicalismo revolucionário que essa peça coloca e que interpela directamente o seu próprio passado familiar, Pedro mostra-se também confuso com as novas responsabilidades e expectativas decorrentes da gravidez da namorada (Joana Seixas). A encenação parece indefinidamente bloqueada até que Pedro faz uma descoberta em casa da avó, que poderá explicar o desaparecimento do seu pai logo após a Revolução dos Cravos. Na caravana em que a família o costumava levar para férias em miúdo, Pedro encontra dois revólveres e vários documentos que lançam uma nova luz sobre tudo o que lhe tinham dito sobre a misteriosa figura do pai. Parte à procura de respostas, deixando todas as responsabilidades imediatas para trás. O filme de Ivo M. Ferreira, que assina aqui a sua segunda longa-metragem, é uma interpelante e rara revisitação ficcional de algumas memórias pós-revolucionárias portuguesas.

2. Datas de Exibição no IndieLisboa’09 do filme
25 Abril, 21:45, Cinema São Jorge, Sala 1
29 Abril, 21:45, Cinema City Classic Alvalade, Sala 3


3. Nota do Realizador
Houve, em todas as épocas, homens e mulheres que abdicaram das suas vidas pessoais para se dedicarem à política, para construírem um mundo melhor e mais justo. Tive o privilégio de me cruzar com um ou dois destes seres especiais, por quem sinto um imenso respeito e um grande fascínio.
Sinto, por vezes, boa inveja dos revolucionários da época do fascismo porque eles tinham um inimigo bem claro para combater.
No marasmo em que vivemos, o inimigo é ténue. O maior de todos parece residir dentro de nós. Da minha parte, tento sempre encontrar a melhor forma de o combater.
Durante dezenas de anos, para combater o fascismo, foram necessárias diversas formas de luta e, também, a luta armada. Após o 25 de Abril, quando se procuravam novos caminhos, vários grupos armados foram constituídos com vista a preservar o que alguns militantes de esquerda acreditavam ser o espírito original da revolução. Hoje, parece-me absurdo, a mim que detesto violência, mas não condeno de modo algum estes processos em absoluto e, por isso, trato-os com respeito. Foram actos de coragem. Talvez até um dia, voltem a fazer sentido.
ÁGUAS MIL é a voz dos “filhos da revolução” exigindo à geração dos pais que contem o que se passou na História recente de Portugal, quando o País e o Mundo transbordavam de ideias que caíram antes de se erguerem.

4. Biografia do Realizador
Nascido em Portugal em pleno rescaldo da revolução de 1974 e no seio de uma família de artistas politicamente activa, Ivo Marques Ferreira esteve desde sempre em contacto com o teatro e o cinema.
Iniciando a sua formação técnica e artística em Lisboa, trabalhando como fotógrafo, actor, produtor, encenador e “light designer”, Ivo segue para uma breve passagem na London International Film School, e na Universidade de Budapeste e chega finalmente à China, destino que marcará para sempre a sua vida pessoal e profissional: monta uma pequena produtora em Macau e realiza o seu primeiro filme (e recebe os primeiros prémios). De volta a Portugal, a convite da Exposição Universal de 1998, realiza uma também premiada curta-metragem e pouco tempo depois, dirige a sua primeira longa-metragem. Em 2006 recebe uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para um curso de Escrita de Argumento leccionado pela L.I.F.S., o que o levou a lançar-se na escrita, e realização, daquele que é até agora o seu projecto mais pessoal: “Águas Mil”.
Recentemente, acabou de ser pai e concluiu o documentário “Go with the Wind”, que o levou novamente à China, desta vez para abordar o tema da emigração.

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Arena no IndieLisboa

1. Sinopse
Mauro vive em prisão domiciliária. As tatuagens ajudam-no a queimar o tempo. Três putos do bairro aproximam-se da sua janela. Lá fora, o sol bate com a força do meio-dia.

2. Datas de Exibição no IndieLisboa’09 e Ficha Técnica do filme
26 de Abril | 19:00 | Sala 1 - Cinema S. Jorge
27 de Abril | 21:30 | Sala 3 - Cinema S. Jorge
1 de Maio | 16:15 | Sala 3 - Cinema S. Jorge

3. Nota do Realizador
Mais do que captar as transformações de um lugar, interessa-me a tensão dos momentos em que nada se altera. O protagonista de “Arena” está confinado a um espaço e a um tempo limitados. Ao filmar o Mauro em prisão domiciliária confrontei-me com a condição de um homem que não tem para onde ir. Segui esta ideia, desde o guião até à montagem. O princípio de que os planos não se antecipam às deambulações do protagonista, nem lhe sugere caminhos que ele, simplesmente, não pode ver.
É justo para alguém que vive com grades nas janelas de casa, e que está secretamente à espera que as coisas mudem por si.

4. Biografia do Realizador
João Salaviza nasce em Lisboa em 1984. Forma-se em Cinema, área de montagem, pela Escola Superior de Teatro e Cinema, concluindo os estudos na Universidad del Cine, em Buenos Aires. A sua primeira curta-metragem, "Duas Pessoas", participa em vários festivais internacionais, vencendo o Grande Prémio Take One em Vila do Conde. Trabalha essencialmente em montagem para cinema e televisão. "Arena", apoiada pelo ICA e RTP, é a sua segunda curta-metragem.

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These Vagabond Shoes, Are Longing To Stray


Multiculturalidade e verticalidade poderão ser duas qualidades de Nova Iorque. A selva arquitectónica que afasta o sol do asfalto é percorrida na solidão, a par, ou inevitavelmente no conjunto por um manancial de culturas diferentes, surpreendentemente iguais. É engraçado sentir que, a anos de luz de qualquer capital europeia que conheça, as culturas que aqui passeiam não se estranham mutuamente. Tudo é parte daquele todo. Nem a mais nem a menos. O gueto social está mais do que dissipadíssimo. Nova Iorque, como em teoria o seu próprio país, não é terra de Americanos. A identidade e a vida da cidade está dependente daqueles novos Americanos. Com naturalidade, as diferenças culturais são vistas como acrescento social, praticam-se quotidianamente, enriquecem a cidade e não se perdem. A diferença é mesmo a regra. Ser diferente é ser Nova-Iorquino. É natural a mutação linguística das origens em novos sino-americanos, novos afro-americanos, novos latino-americanos... novos Americanos. E - águas passadas - surpreendentemente, ali não se sente o medo - nem o pior de todos - o medo do outro. E isso traz um grau de cordialidade que nunca senti. A ajuda é rápida, eficaz e até incomodamente invasiva. A planície geográfica e o ex-líbris da construção vertical obrigam à desorientação geral a cada saída do metro - total perda do Norte e de qualquer eventual ponto de referência, convenientemente escondido atrás de cimento. Nada nos faz desistir de caminhar, caminhar e caminhar. É perfeito o topo do Chrysler ao anoitecer.
Dois defeitos para a cidade - o desperdício e a decadência. O descartável é condição da grande maioria de cada gesto. A cidade claramente não é sustentável em nenhum tipo de consumo. Há um abuso ofuscante da lâmpada e do néon. Como símbolo que é, ainda se defende zelosamente o tão propagandeado "estilo de vida americano" e a desnecessidade prevalece. A cenografia de uma estação de metro nova-iorquina faz dar estrelas de qualidade ao Intendente. Nada do que tem qualidade advém da obra pública. O lado cinzento da cidade.

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Marar, um pouco de loucura saudável na tua vida


Missão: Almofadada 2008
Vem participar na maior batalha desde a tomada de Lisboa aos Mouros.
Traz os teus amigos, a tua família, os teus filhos, os teus pais, os teus colegas de trabalho e tragam as vossas almofadas.

INSTRUÇÕES
Data: 25 de Outubro de 2008 (Sábado), às 18h00.
Local da Batalha: Praça Luís de Camões.
Equipamento: Almofada macia + adereços + protecções de acordo com a vossa imaginação.
Disposição dos Guerreiros: Os guerreiros deverão colocar-se em duas longas filas viradas de frente umas para as outras, de acordo com as instruções do árbitro.
Início: Por volta das 18h00, o início da batalha será assinalado por um árbitro credenciado em almofadadas. Cheguem antes das 18h00.
Tácticas de Combate: todo o tipo de formações criadas pela vossa imaginação.
Fim: Imprevisível.
Após o Fim: Um abraço ao inimigo.

REGRAS
- Só podem ser utilizadas almofadas macias! - Sejam meigos. - Não batam com as almofadas em pessoas sem almofada ou com máquinas de filmar. - Tirem os óculos antes do início.- Este evento é gratuito e apropriado a todas as idades.

Outras guerras de almofadas realizadas noutras cidades:
Nova Iorque: http://www.youtube.com/watch?v=Gxd149-nQkQ
Caldas da Rainha: http://www.youtube.com/watch?v=NAwU92ynO7M
Outras missões em
http://www.marar.eu
Marar, um pouco de loucura saudável na tua vida

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Antwerpen (Galeria)


"Baroque bars and blocks of choc: this diamond capital is everyone's best friend.
The richly historic city of Antwerp is Belgium's most underrated tourist destination. Few places tangle the old and the new quite so enchantingly. Here eclectic Art Nouveau mansions stare back at Neo-Renaissance villas, and medieval castles provide a magical backdrop for the city's myriad bars and cafes." (LP)

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Amsterdam (Galeria)


"History, art, a head of beer and a roll-your-own.
Amsterdam is one of the world's best hangouts, a canny blend of old and new: radical squatter art installations hang off 17th-century eaves; BMWs give way to bicycles; and triple-strength monk-made beer is drunk in gleaming, minimalist cafes.
The city seems to thrive on its mix and, despite hordes of tourists, still manages to feel quintessentially Dutch. The old crooked houses, the cobbled streets, the tree-lined canals and the generous parks all contribute to the atmosphere." (LP)

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